quinta-feira, 14 de março de 2013

Brasil é o melhor dos mundos existentes, diz sociólogo Domenico De Masi

Para o sociólogo italiano Domenico De Masi, `o Brasil não é o melhor dos mundos possíveis, mas é o melhor dos mundos existentes`.


Depois de copiar o modelo europeu por 450 anos e o modelo americano por 50, agora que ambos estão em crise e ainda não há um novo para substituí-lo, chegou a hora de o Brasil propor um modelo para o mundo`, diz De Masi.

De Masi desembarca no país para participar da primeira edição do `Refletir Brasil - Diálogo com a Brasilidade`, em Paraty, de 20 a 22 de março. O evento reunirá intelectuais e lideranças em mesas temáticas sobre cultura, educação, economia, criatividade e sustentabilidade.

Professor da universidade romana de La Sapienza, De Masi, hoje aos 75 anos, se tornou internacionalmente conhecido em 2000, com o lançamento de `O Ócio Criativo`.

Na obra, o autor defende a redução das jornadas de trabalho e a flexibilização do tempo livre, em um contexto mais adequado à globalização e à sociedade pós-industrial.

Desde então, tem se dedicado à análise da organização da cultura de trabalho criativo na vida contemporânea e a estudos comparativos sobre a herança de diferentes modelos de vida no mundo --do indiano, chinês ou japonês, ao muçulmano, judaico, católico ou protestante.

Leia abaixo trechos da entrevista concedida à Folha.

BRASIL
O Brasil ainda hoje é menos conhecido e valorizado do que merece. O Brasil é quase tão grande como a China, mas é uma democracia. O Brasil é quase três vezes maior que a Índia, tem quase o mesmo número de etnias e de religiões, mas vive em paz interna e em paz com os países limítrofes. O Brasil é quatro vezes maior que a zona do Euro, mas tem um único governo e fala uma única língua. O Brasil é o país onde há mais católicos, mas onde a população vive da forma mais pagã. O Brasil é o único país no mundo onde a cultura ainda mantém características de solidariedade, sensualidade, alegria e receptividade.

DESAFIOS
A força de um país não está apenas no seu crescimento econômico, mas principalmente na sua capacidade de distribuir igualmente a riqueza, o trabalho, o poder, o saber, as oportunidades e as proteções. Os desafios aqui são o analfabetismo, a violência e a desigualdade. É realizar esta redistribuição mais igualitariamente em comparação a outros países e manter a melhor relação entre economia e felicidade.

ITÁLIA
A Itália, depois de ter durante dois mil anos elaborado, praticado e oferecido um modelo clássico, renascentista, barroco, agora está cansada e não consegue projetar o futuro. A decadência é autodestrutiva. Depois de ter tentado se suicidar com Mussolini, agora a Itália vivencia um suicídio cômico com Berlusconi e Grillo.

EUROPA
Não acredito de modo nenhum que a Europa --e principalmente o pensamento europeu-- tenham perdido importância no cenário intelectual e, muito menos, econômico. A zona do Euro tem uma renda média per capita de US$ 36.600 [o Brasil é de US$ 10.700]. Na Europa há os países escandinavos com os melhores `welfare` [bem-estar social] do mundo; tem Luxemburgo, Suíça e Alemanha, com os maiores PIBs per capita; a Itália e a Alemanha com maior esperança média de vida.

A Europa é o continente mais escolarizado e com melhores pesquisas científicas. A zona do euro está em primeiro lugar no comércio internacional, no rendimento de serviços, nas reservas auríferas e financeiras, tem um quarto de todo o comércio internacional.
Dos dez países no mundo com o índice mais alto de democracia, sete são europeus; daqueles com maior criatividade econômica, cinco são europeus; com o mais alto índice de capacidade tecnológica, oito são europeus; com mais turistas estrangeiros, cinco são europeus; com a maior extensão de banda larga, sete são europeus; com os museus mais frequentados, seis são europeus.
Na Europa cada país tem seu clima, seu modelo de vida, sua cultura. Mas a moeda é única, os cidadãos e as mercadorias podem viajar livremente de um país ao outro. Tudo justifica a hipótese de que em 2020 a Europa dos 27 será o maior bloco econômico do mundo, com a melhor qualidade de vida.

FUTURO
Daqui a dez anos a população mundial será um bilhão maior do que a de hoje. Um cidadão em cada três terá mais de 60 anos. Informática, engenharia genética e nanotecnologias serão os setores tecnológicos mais importantes. Poderemos levar no bolso todas as músicas, os filmes, os livros, a arte e a cultura do mundo. O PIB per capita no mundo será de US$ 15.000 --contra os atuais US$ 8.000.
Tele-aprenderemos, tele-trabalharemos, tele-amaremos e tele-divertiremo-nos. O trabalho ocupará apenas um décimo de toda a vida dos trabalhadores. As mulheres estarão no centro do sistema social. O mundo será mais rico, mas continuará desigual. A estética dos objetos e a cortesia nos serviços interessarão mais do que sua evidente perfeição técnica. A homologação global prevalecerá sobre a identidade local.

EXEMPLOS
Há iniciativas empresariais e governamentais atuais na América Latina que considero exemplares e dialogam com o futuro. Como o projeto Abreu na Venezuela (de educação e formação musical da população), as escolas primárias para crianças pobres em Foz de Iguaçu e a Escola Bolshoi de dança em Joinville.

TEORIA...
Hoje, a força de trabalho é composta apenas por um terço de operários, outro terço de trabalhadores intelectuais em funções executivas (bancário, recepcionista etc.) e um último terço de funcionários com atividades criativas (jornalista, profissional liberal, cientista etc.).
Se o trabalho for repetitivo, cansativo, chato, de subordinação, reduz-se a uma escravidão, a uma tortura, a um castigo bíblico. Nesse caso, a única defesa consiste em trabalhar o menos possível, pelo menor número de anos possível.
Mas se, em vez disso, for uma atividade intelectual e criativa --que corresponde à nossa vocação e ao nosso profissionalismo--, então ocupa toda nossa inteligência e satisfaz nossas necessidades de auto-realização. Nesse caso confunde-se o trabalho com o estudo e com o lazer, transformando o trabalho em ócio criativo.
Na vida pós-industrial, organizada para produzir principalmente ideias, não existe trabalho e não existe horário. Existe apenas ócio criativo, que dura 24 horas, mesmo quando se dorme e se produz ideias sonhando.

...E PRÁTICA
As empresas ainda não se deram conta deste novo momento global. A oferta de trabalho diminui e a procura por trabalho cresce, mas as empresas não reduzem a carga horária. Poderíamos trabalhar todos e pouco, mas alguns trabalham dez horas por dia enquanto seus filhos estão desempregados.
As tecnologias da informação possibilitam o teletrabalho, mas todos continuam a trabalhar nas empresas. A produção de ideias precisa de autonomia e de liberdade, mas as empresas tornam-se cada vez mais burocráticas. As distâncias culturais entre os chefes e os funcionários diminuem, mas as das faixas salariais aumentam. As empresas pregam colaboração, mas estimulam competitividade.

Tradução: CARLA M. C. RENARD
MORRIS KACHANI - Folha de São Paulo - 14/03/2013 - São Paulo, SP

quarta-feira, 6 de março de 2013

Dicas de franquias baratas e muito lucrativas


É cada vez maior o número de empreendedores que apostam em franquias baratas e lucrativas para iniciar o seu negócio e as opções são inúmeras. De quiasques a lojas existem muitas franquias realmentebaratas no mercado brasileiro com investimento inicial baixo, o que facilita a entrada dos novos empreendedores neste mercado.



Franquias da FOM custam a partir de 120 mil

A FOM começou como um projeto, em 2002. Durante a exposição Gênios do Design, a empresa criou um pufe para a rede Tok&Stok. A produção de pufes, almofadas e travesseiros começou na casa dos fundadores, Betina Lafer e Sidney Rabinovitch.
Hoje, a FOM conta com duas fábricas para abastecer mais de 40 unidades com 180 modelos de produtos. No ano passado, a rede faturou R$ 10 milhões de reais. As franquias são vendidas no formato de loja, com até 35 metros quadrados ou quiosque, com 9.
Investimento inicial: de R$ 120 mil (quiosque) a R$ 300 mil (loja)
Prazo para retorno do capital: de 18 a 30 meses

Nutty Bavarian tem retorno a partir de 6 meses

A Nutty Bavarian é um exemplo de franquia que só atua no modelo quiosque. As operações, que vedem nozes glaceadas, precisam de investimento entre 69 mil e 79 mil reais.
Criados em Orlando, na Flórida, em 1989, hoje são 800 quiosques no mundo, instalados em shoppings centers, aeroportos, pontos turísticos e em eventos. No Brasil, a marca só chegou em 1996.
Investimento inicial: a partir de R$ 69 mil
Prazo para retorno do capital: de 6 a 18 meses

Chilli Beans tem franquias de quiosque e lojas

A rede foi criada em 1997 e vende óculos de sol e outros acessórios, como relógios. Hoje, são 230 pontos de venda comercializando 1,3 milhão de produtos por ano.
A Chilli Beans foi uma das marcas pioneiras em franquias quiosque. O primeiro modelo foi aberto em 2000, em São Paulo.
O valor exigido para a abertura de um quiosque – 78 mil reais – inclui o estoque inicial e o próprio quiosque. A rede tem ainda um modelo intermediário, chamado loja light, que custa a partir de 138 mil reais.
Investimento inicial: a partir de R$ 78 mil
Prazo para retorno do capital: de 11 a 18 meses

Franquia Cone Pizza custa a partir de R$ 59,5 mil

Criada em 2005, pelo empresário italiano Marco Bonatti, a Cone Pizza surgiu em Fortaleza. Vendida para uma empresa franqueadora, a rede tem hoje 72 unidades em 23 estados. São 147 funcionários e um centro de produção instalado em Fortaleza.
Com faturamento de 2,1 milhões de reais por mês, a rede trabalha com modelos de loja e quiosque. Cobra 59,5 mil reais pela franquia quiosque. A loja custa até 120 mil reais.
Ceará, São Paulo, Rio Grande do Norte, Mato Grosso, Brasília, Santa Catarina, Paraná, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Goiás, Sergipe, Piauí, Paraíba, Pará, Bahia, Alagoas, Pernambuco, Rio de Janeiro, Amapá, Minas Gerais, Manaus e Rondônia já abrigam unidades da Cone Pizza.
Investimento inicial: a partir de R$ 59,5 mil
Prazo para retorno do capital: de 18 a 24 meses

Franquia Bendita Fruta custa a partir de R$ 150 mil

Mais uma marca que apostou no mercado de frozen yogurt, a Bendita Fruta, do Grupo Parmê, foi aberta há menos de dois anos. Hoje são doze unidades no Rio de Janeiro, São Paulo, Bahia e Distrito Federal.
Mais quatro lojas devem ser abertas em 2010. Brasília e Sorocaba estão na lista de cidades que vão receber unidades. Para 2011, o plano da rede é agressivo: conseguir mais 20 franquias.
São dois modelos de negócios: loja, com 40 m² e faturamento médio de 90 mil reais, e o quiosque, com 9 m² e faturamento de 35 mil reais. A loja pode custar até 250 mil reais.
Investimento inicial: a partir de R$ 150 mil
Prazo para retorno do capital: de 18 a 36 meses

Weeze tem investimento inicial de R$ 85 mil

A empresária Manuella Bossa administra três marcas de cosméticos: a Truss, a K’Dor e a Weeze. Para a última, só produz cosméticos com base 100% vegetal e apostou na expansão por meio de franquias. A marca foi criada em 2004 e virou franqueadora em 2010.
De um laboratório em São José do Rio Preto, saem os produtos que abastecem as 12 unidades da rede, que deve faturar R$ 8 milhões em 2011. Hoje, uma unidade da Weeze fatura, em média, de R$ 18 mil a R$ 65 mil por mês.
Investimento inicial: a partir de R$ 85 mil
Prazo para retorno do capital: de 18 a 48 meses

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

A nova revolução industrial muda a forma como os objetos são criados, produzidos e consumidos

O tênis abaixo não foi fabricado. Ele foi impresso.  A tecnologia das impressoras tridimensionais pode transformar a forma de criação dos objetos


No início do século XVIII, não era fácil ter um sapato. Um artesão tinha de cortar e costurar cada parte manualmente. Esse trabalho levava dias. Nas décadas seguintes, sua fabricação ficou mais ágil com a introdução, na Inglaterra, das máquinas de corte e costura operadas manualmente. Foi o início da primeira Revolução Industrial. O sapato ficou mais acessível, mas ainda custava caro. Em meados do século XIX, a produção fabril ficou ainda mais eficiente com a invenção de máquinas movidas a eletricidade. No início do século XX, nos Estados Unidos, o empresário Henry Ford usou-as nas primeiras linhas de produção. Assim como os carros da Ford, milhares de sapatos passaram a ser fabricados simultaneamente, em tempo recorde e a um custo baixo.

Essa produção em massa em grandes fábricas se tornou o símbolo da segunda Revolução Industrial. Agora, após um século, uma nova transformação se anuncia. Ela é trazida por aparelhos do tamanho de um micro-ondas que constroem um objeto real a partir de um arquivo digital: as impressoras tridimensionais. Até há pouco tempo, esses equipamentos custavam centenas de milhares de reais e ficavam restritos às grandes indústrias. Hoje já é possível levar para casa uma impressora 3D e usá-la para fabricar objetos. Como um sapato. “Uma terceira revolução industrial está a caminho”, diz o jornalista e físico Chris Anderson, editor-chefe da revista Wired, em seu livro Makers (Os produtores, numa tradução livre, sem previsão de lançamento no Brasil), que saiu neste mês nos Estados Unidos. “Assim como a internet mudou, redistribuiu e acelerou a difusão da informação, essa tecnologia pode transformar a fabricação de produtos de algo rígido e dependente de capital num processo flexível, baseado em criatividade.”

Nos dias de hoje, a fabricação ainda segue as regras dos tempos de Henry Ford. Criar um produto requer um grande investimento inicial. Do primeiro protótipo ao produto final, é necessário investir milhões de reais em pesquisa e desenvolvimento. Contratar mão de obra especializada consome outros milhões – mesmo que a fábrica seja erguida em países como a China, onde a força trabalhadora custa mais barato. Depois, é preciso comprar máquinas modernas para cada etapa da fabricação. Finalmente, é necessário decidir como será a logística da cadeia de fornecedores e distribuidores, o estoque dos produtos e o marketing de venda. Se houver muita gente interessada em comprar o produto, tudo isso compensa, porque ele pode ser replicado infinitamente. Suas próximas unidades custarão muito menos e renderão margens de lucro muito maiores. É o que se chama economia de escala. Aos poucos, os ganhos com sua produção em massa compensam o alto custo para criá-la. Produtos sem um grande apelo comercial, porém, se tornam inviáveis.





A impressão 3D desmonta essa lógica. Ela funciona como uma impressora convencional que muitos têm em casa. Basta apertar o botão na tela do computador para que o arquivo digital, com o desenho em três dimensões do objeto a fabricar, seja enviado para a máquina. O programa da impressora divide o desenho em milhares de camadas de até 0,1 milímetro e envia uma série de instruções para a impressora. Em vez de tinta, ela usa materiais como plástico, gesso, silicone, borracha ou metais, para fazer sapatos, próteses dentárias, joias, luminárias, brinquedos ou peças de equipamentos hospitalares.

A produção começa pela base do objeto. O cartucho deposita uma fina camada do material usado no produto sobre uma plataforma. Uma vez formada essa camada inicial, a plataforma desce ligeiramente para que o cartucho aplique outra camada sobre a primeira. O processo se repete com a acumulação de várias camadas até o objeto ficar pronto. Demora entre uma e várias horas, de acordo com o tamanho e a complexidade do modelo. Em vez de fabricar cada parte de um produto separadamente e depois montá-las, é possível imprimir de uma vez só todas as peças já agrupadas. Isso economiza tempo e matéria-prima. Como a impressão 3D barateia os custos, um produto pode ser fabricado localmente em vez de ser feito noutro país e depois importado. Também não há necessidade de criar grandes estoques, já que a produção leva no máximo algumas horas e pode ser iniciada só depois de o item ter sido comprado por um consumidor.



O impacto dessa nova forma de produção no modo como a sociedade trabalha e consome pode ser brutal. De novo, pode ser dado o exemplo do sapato: antes da primeira Revolução Industrial, o artesão que fazia o sapato era seu proprietário. Quem fabricava era o dono do produto. Depois que a máquina a vapor substituiu o artesão, quem produzia deixou de ser o dono do sapato. Ele passou a ser propriedade do empresário que controlava a fábrica. Nasceu a classe trabalhadora e assalariada, que ganhava dinheiro para produzir o sapato e adquirir outros bens. A produção em massa de sapatos na segunda revolução desencadeou a explosão do consumo. Além de mais baratos, os modelos se diversificaram e passaram a ser feitos em grande escala.

A terceira revolução, com a introdução das impressoras 3D, é mais parecida com aquela da Inglaterra do século XVIII do que com a de Henry Ford. Ela pode permitir que cada unidade produzida seja feita de acordo com o gosto pessoal e a necessidade de cada consumidor – e até pelo próprio consumidor. É a “personalização em massa”. Isso abre oportunidades para que empreendedores, inventores e indústrias possam lançar novos produtos sem se preocupar com vendas em grande escala para torná-los economicamente viáveis. “É o surgimento da manufatura pessoal”, diz Abe Reichental, presidente da 3D Systems, a maior fabricante de impressoras 3D do mundo.


Em casa, fabricar objetos já é realidade para quem tem uma dessas máquinas. Chris Anderson conta em seu livro que suas filhas deixaram de brincar com videogames e agora passam horas fabricando móveis em miniatura para suas casinhas de boneca. “Se você é um fabricante de brinquedos, isso deveria dar calafrios”, diz ele. Os donos dessas impressoras podem ainda fabricar copos e pratos personalizados para uma festa de aniversário. Se uma peça do jogo favorito da família se perdeu, ela pode ser reposta em poucas horas sem que seja preciso ir a uma loja. É possível também criar uma capa nova para celular segundo a cor, estampa e textura mais convenientes para combinar com a roupa da ocasião.

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Uma Definição de Felicidade




Todas as profissões têm sua visão do que é felicidade. Já li um economista defini-la como ganhar 20.000 dólares por ano, nem mais nem menos. Para os monges budistas, felicidade é a busca do desapego. Autores de livros de auto-ajuda definem felicidade como "estar bem consigo mesmo", "fazer o que se gosta" ou "ter coragem de sonhar alto". O conceito de felicidade que uso em meu dia-a-dia é difícil de explicar num artigo curto. Eu o aprendi nos livros de Edward De Bono, Mihaly Csikszentmihalyi e de outros nessa linha. A idéia é mais ou menos esta: todos nós temos desejos, ambições e desafios que podem ser definidos como o mundo que você quer abraçar. Ser rico, ser famoso, acabar com a miséria do mundo, casar-se com um príncipe encantado, jogar futebol, e assim por diante. Até aí, tudo bem. Imagine seus desejos como um balão inflável e que você está dentro dele. Você sempre poderá ser mais ou menos ambicioso inflando ou desinflando esse balão enorme que será seu mundo possível. É o mundo que você ainda não sabe dominar. Agora imagine um outro balão inflável dentro do seu mundo possível, e portanto bem menor, que representa a sua base. É o mundo que você já domina, que maneja de olhos fechados, graças aos seus conhecimentos, seu QI emocional e sua experiência. Felicidade nessa analogia seria a distância entre esses dois balões - o balão que você pretende dominar e o que você domina. Se a distância entre os dois for excessiva, você ficará frustrado, ansioso, mal-humorado e estressado. Se a distância for mínima, você ficará tranqüilo, calmo, mas logo entediado e sem espaço para crescer. Ser feliz é achar a distância certa entre o que se tem e o que se quer ter.

O primeiro passo é definir corretamente o tamanho de seu sonho, o tamanho de sua ambição. Essa história de que tudo é possível se você somente almejar alto é pura balela. Todos nós temos limitações e devemos sonhar de acordo com elas. Querer ser presidente da República é um sonho que você pode almejar quando virar governador ou senador, mas não no início de carreira. O segundo passo é saber exatamente seu nível de competências, sem arrogância nem enganos, tão comuns entre os intelectuais. O terceiro é encontrar o ponto de equilíbrio entre esses dois mundos. Saber administrar a distância entre seus desejos e suas competências é o grande segredo da vida. Escolha uma distância nem exagerada demais nem tacanha demais. Se sua ambição não for acompanhada da devida competência, você se frustrará. Esse é o erro de todos os jovens idealistas que querem mudar o mundo com o que aprenderam no primeiro ano de faculdade. Curiosamente, à medida que a distância entre seus sonhos e suas competências diminui pelo seu próprio sucesso, surge frustração, e não felicidade.

Quantos gerentes depois de promovidos sofrem da famosa "fossa do bem-sucedido", tão conhecida por administradores de recursos humanos? Quantos executivos bem-sucedidos são infelizes justamente porque "chegaram lá"? Pessoas pouco ambiciosas que procuram um emprego garantido logo ficam entediadas, estacionadas, frustradas e não terão a prometida felicidade. Essa definição explica por que a felicidade é tão efêmera. Ela é um processo, e não um lugar onde finalmente se faz nada. Fazer nada no paraíso não traz felicidade, apesar de ser o sonho de tantos brasileiros. Felicidade é uma desconfortável tensão entre suas ambições e competências. Se você estiver estressado, tente primeiro esvaziar seu balão de ambições para algo mais realista. Delegue, abra mão de algumas atribuições, diga não. Ou então encha mais seu balão de competências estudando, observando e aprendendo com os outros, todos os dias. Os velhos acham que é um fracasso abrir mão do espaço conquistado. Por isso, recusam ceder poder ou atribuições e acabam infelizes. Reduzir suas ambições à medida que você envelhece não é nenhuma derrota pessoal. Felicidade não é um estado alcançável, um nirvana, mas uma dinâmica contínua. É chegar lá, e não estar lá como muitos erroneamente pensam. Seja ambicioso dentro dos limites, estude e observe sempre, amplie seus sonhos quando puder, reduza suas ambições quando as circunstâncias exigirem. Mantenha sempre uma meta a alcançar em todas as etapas da vida e você será muito feliz.

Editora Abril, Revista Veja, edição 1910, ano 38, nº 25, 22 de junho de 2005, página 24

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

6 dicas para influenciar pessoas




Independente do setor ou da função, a rotina de todo profissional é permeada por relacionamentos e negociações. Nestes momentos, é essencial saber comunicar bem o que você quer e, principalmente, ter argumentos claros para vender seu ponto de vista.


E no dia a dia, quais as dicas para transmitir a ideia de que vale a pena topas suas ideias ou confiar nas suas percepções. No livro "As 100 melhores ideias para ter o que se quer sem pedir", o autor americano Richard Templar lista algumas ideias básicas sobre como influenciar pessoas sem manipulá-las:

Defina seus objetivos com precisão

As pessoas só seguem quem tem certeza do caminho e, principalmente, do lugar onde fica a linha da chegada. Quem negocia algo hoje e muda de opinião na manhã seguinte perde a credibilidade e a confiança aos olhos dos outros.

Invista em equilíbrio emocional

Agora, não basta ser firme em suas opiniões e deixar no banco de reservas o equilíbrio emocional. Segundo o especialista, autocontrole deve ser a regra nas negociações formais e informais. "O que atrapalha a objetividade de todas as interações é a emoção. A emoção negativa para ser mais específico", diz. Jogar indiretas, fazer chantagem emocional e outros sinais de falta de noção de relacionamentos também devem ser limados da sua conduta.

Não puxe saco. Não seja indiferente

A maneira como você se relaciona com as pessoas que estão ao seu redor pode ser decisiva para como elas irão reagir às suas ideias. Por isso (e não só por isso, claro), é essencial se importar, de verdade, com elas. A medida é clara: importe-se com as pessoas (de verdade), agradeça quando for merecido, elogie sempre que necessário, seja leal e nunca (nunca mesmo) fale mal pelas costas.

A sua ideia não é a única verdade possível

É essencial ter em mente que, por mais apaixonante que ela seja, a sua visão sobre o mundo não é uma verdade absoluta. Por isso, esteja aberto para ouvir outros pontos de vista. E aceitá-los.

Lance hipóteses

Nesta toada, uma dica para não parecer agressivo na sua abordagem e sinalizar seus interesses é lançar hipóteses, segundo o autor. Exemplos: "Se no futuro você precisar de mais um membro da diretoria, seria um prazer me envolver mais" ou "Se a Marina for transferida para o escritório de outra cidade, posso me candidatar à vaga dela?".

Planeje-se

Na hora de mostrar suas ideias ou fazer um pedido, o planejamento deve ser uma palavra de ordem. Segundo o autor, o pedido deve ser feito do jeito certo e na hora certa. E isso demanda tempo e preparo. Se alguma coisa sair do script, pense a respeito. Mas, principalmente, não entregue os pontos apenas para evitar conflitos.
    Link original: http://vocesa.abril.com.br/desenvolva-sua-carreira/materia/carreira-gestao-pessoas-6-dicas-influenciar-pessoas-702318.shtml?utm_source=redesabril_vocesa&utm_medium=twitter&utm_campaign=redesabril_vocesa&

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Top 10 blogs mais acessados do Brasil


Kibeloco.com.br – (227°)Wordpress

Kibe Loco é um blog humorístico brasileiro criado em 2002 pelo publicitário carioca Antonio Pedro Tabet. Recentemente fechou parceria e hospedagem com o portal R7 depois de longos anos com a Globo.com e leva na bagagem mais de 13 milhões de visitas por mês. O blog ocupa a posição 227° dos mais acessados do Brasil, incluindo sites e portais, segundo alexa.

Nãosalvo.com.br – (208°)Wordpress

NãoSalvo é mais um blog de humor criado em 2008 pelo fundador Mauricio Cid, onde ele de forma irreverente e utilizando uma temática religiosa posta as mais engraçadas estrepolias da internet. Pela abordagem humorística, se tornou um fenômeno na internet, alcançando seus 10 milhões de visitas mensais em menos de 4 anos. Detalhe: As visitas são de maioria direta, ou seja, não vem pelo google. São “fies devotos” que acessam o site frequentemente.

Naointendo.com.br – (495°)

Não intendo é um blog de humor que usa a temática dos jogos da Nitendo, principalmente o Mário. É um dos blogs parceiros da MTV. Possui em torno de 8 a 9 milhões de visitas/mês.

4°Minilua.com – (329°)WordpressMinilua é blog independente, muito parecido com os agregadores de conteúdos, talvez o motivo de estar nesse top, em vista que os agregadores apenas direcionam as visitas aos donos do blogs. O Minilua é o criador do conteúdo que é postado por uma equipe de 9 colaboradores e grande parte de suas visitas vem através de parcerias dinâmicas com outros blogs menores, visitas diretas e do Sr Google. Com apenas 2 anos online, já possui uma média de 6 milhões de visitas/mês.

Gizmodo.com.br – (249°)Wordpress

Gizmodo Brasil entrou no ar em 2008 e segue o padrão do site Gizmodo, um dos melhores do mundo em tecnologia que há em 8 paises, fora o original dos EUA que é o terceiro de tecnologia mais acessado do mundo. É blog de geeks para geeks com o melhor da tecnologia.

Blogdocupom.com.br – (335°)Wordpress

O Blog do Cupom surgiu em 2011 quando estourou o consumo coletivo no Brasil. Se define como agregador de notícias e informações sobre tudo o que acontece no mercado de Compras Coletivas Brasileiro e Mundial.

Sempretops.com – (386°)Wordpress

Um blog em wordpress de variedades, entretenimento e noticias do mais variados assuntos com uma equipe de 10 editores. O blog que surgiu em 2007, tem média 5 a 6 milhões de visitas ao mês. Hoje, tem parceria com R7.

8°Tecnoblog.net – (298°)Wordpress

TecnoBlog nasceu em 2005 (ano que estourou a blogmania) criado por um geek afixo-nado, Thiago Mobilon, e avançou tanto que hoje é empresa com sede própria e uma equipe de jornalistas, geeks apaixonados por TI. O blog tem parceria com a Globo.com levando suas 900.000 visitas/mês. Ocupa a posição 391° no ranking nacional em acessos.

ahnegão.com.br – (411°)Wordpress

O Ah Negão! é um blog de humor que está sempre acompanhando as tendências da internet, mantendo seu conteúdo atualizado diariamente. Desde 2008 no ar, o blog vem aumentando sua média de visitas a cada mês, figurando hoje entre os 10 blogs de humor mais acessados do país. Segundo seu midia kit, recebe a média de 2 milhões de visitas por mês.

10°Blogdojuca.uol.com.br – (439°)

Este é o blog pessoal do Juca Kfouri, jornalista e apresentador esportivo, famoso pelas pitadas no futebol. É um dos carros-chefes da UOL e sua blogosfera.Fonte: Alexa Ranking – Alexa Internet Inc. é um serviço de Internet pertencente à Amazon que mede (estatisticamente) quantos usuários de Internet visitam um determinado site na web. O ranking de tráfego do Alexa é baseado na agregação dos dados de tráfego de milhões de usuários do Alexa Toolbar e dos dados obtidos a partir de outras fontes diversas de estimativa de tráfego dos últimos três meses. A partir daí, o Alexa calcula o acesso e o número de page views para os sites na Web e é com base nesses dados que calculamos a colocação dos principais blogs do Brasil. Informamos que os dados do ranking Alexa são obtidos por amostragem e aproximação e podem haver divergências em relação ao tráfego real, principalmente nos casos de sites menores ou locais.


Talvez você ache que possa faltar blogs nessa lista, mas seguem os que estão próximo de alcançar o top 10 blogs mais visitados. Vale lembrar que não relacionei os blogs de conteúdo estritamente adulto e de downloads. Veja também os melhores blogs de humor do brasil com mais detalhes de alguns aqui relacionados.


11° – Testosterona.blog.br – (408°),

12° – MacMagazine.com.br – (409°),

13° – Sedentário.com.br – (483°),

14° – JacareBanguela.com.br – (518°),

15° – Brainstorm9.com.br – (544°),

16° – LeNinja.com.br – (643°),

17° – Blogdoiphone.com – (673°),

18° – Papodehomem.com.br – (675°),

19° – Insoonia.com – (783°),

20° – Bobagento.com – (789°),

21° – Lista10.org – (832°),

22° – Papelpop.com – (935°),

23° – Drpeper.uol.com.br – (947°).


Leia mais em: http://top10mais.org/top-10-blogs-mais-acessados-do-brasil/#ixzz26qnN7nD7

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Frases e Mensagens de Administração



“Uma empresa sem estratégia faz qualquer negócio.” (Michael Porter)


“Liderar é estabelecer uma sociedade entre o líder e sua gente.” (Ken Blanchard)

"Para ter um negócio de sucesso, alguém, algum dia, teve que tomar uma atitude de coragem." (Peter Drucker)

"No mundo dos negócios nunca se obtém aquilo que se quer, mas sim aquilo que se negocia." (Chester Karrass)

“O maior inimigo do marketing é o Excel.” (C. K. Prahalad)

"Negócios - A arte de tirar dinheiro dos bolsos dos outros sem usar violência." (Max Amsterdam)

"A qualidade é recordada muito depois de o preço ter sido esquecido." (Autor desconhecido)

"A única coisa boa de um ano mau, é que as probabilidades de o próximo ser melhor são altas." (Mário Vicente)

"As companhias prestam muita atenção ao custo de fazer alguma coisa. Deviam preocupar-se mais com os custos de não fazer nada." (Philip Kotler)

"As únicas grandes companhias que conseguirão ter êxito são aquelas que considerarem os seus produtos obsoletos antes que os outros o façam." (Bill Gates)

“Dispense os planejadores. Pare de pensar e comece a agir.” (Tom Peters)

"Seus mais insatisfeitos clientes são sua maior fonte de aprendizado." (Bill Gates)

"Às vezes os economistas são melhores que os escritores a contar contos de fadas." (Mário Llosa)

"Descobrir o que o consumidor quer, é fácil. Fazer algo em relação a isso, é que já não é assim tão simples." (Liz Wetzel)

"Deve-se comprar quando os outros querem vender." (Autor desconhecido)

"É mais fácil ser o primeiro, do que continuar a ser o primeiro." (Bill Gates)

"Em qualquer corrida ao ouro, aqueles que mais ganham são sempre os que vendem as picaretas." (Autor desconhecido)

"Existem dois tipos de riscos: Aqueles que não podemos nos dar ao luxo de correr e aqueles que não podemos nos dar ao luxo de não correr." (Peter Drucker)

"Há três tipos de empresas: Empresas que tentam levar os seus clientes onde eles não querem ir; empresas que ouvem os seus clientes e depois respondem às suas necessidades; e empresas que levam os seus clientes aonde eles ainda não sabem que querem ir." (Gary Hamel)

“Os elefantes demoram a se adaptar, já as baratas sobrevivem em qualquer ambiente.” (Peter Drucker)

"Não há nada de errado em correr riscos; desde que não se arrisque tudo." (George Soros)

"Não podemos prever o futuro, mas podemos criá-lo." (Paul Pilzer)

"Numa época de crise em que todos choram, há sempre alguém que se lembra de fabricar lenços." (Autor desconhecido)

"O melhor cliente é aquele que já temos." (Autor desconhecido)

"O tempo é a única riqueza que é distribuída igualmente por todos os homens: A cada um são dadas precisamente 24 horas em cada dia que passa." (Saint John)

"Se os peritos em mercado de ações fossem efetivamente peritos, eles estariam a comprar ações e não a vender conselhos." (Autor desconhecido)

"Se não tomares conta do teu cliente, alguém tomará." (Autor desconhecido)

"Se quer ver algo feito, peça a alguém que não tenha tempo; para se certificar de que isso não ficará feito, peça a alguém com tempo. A primeira pessoa não tem tempo porque faz tudo que lhe dizem para fazer; a segunda tem tempo porque não faz nada do que lhe pedem." (Alfonso Milagro)

"Se tiveres uma tarefa difícil para realizar, entrega-a a uma pessoa preguiçosa. Ela irá encontrar uma maneira mais fácil de a fazer." (Hlade)

"Tempo de decisão poupado, é tempo de ação ganho." (Gerald Michaelson)

"Todos nascemos sem nada. Tudo o que adquirimos depois é lucro." (Sam Ewing)

"Tudo o que fazemos é ligado ao dinheiro. Eu sou uma mercadoria e tenho plena consciência disso." (Marlon Brando)

"As riquezas do mundo pertencem efetivamente aos que têm a audácia de se declarar seus possuidores." (Georges Duhamel)

"No mundo dos negócios todos são pagos em duas moedas: dinheiro e experiência. Agarre a experiência primeiro, o dinheiro virá depois." (Harold Geneen)

"O homem nunca deve se por em posição em que perca o que não pode se dar ao luxo de perder." (Ernest Hemingway)

"Qualquer atividade torna-se criativa e prazerosa quando quem a pratica se interessa por fazê-la bem feita, ou até melhor." (John Updike)

"Falência é um procedimento legal que permite pôr o dinheiro nos bolsos das calças e entregar o paletó aos credores." (Sam Goldwin)

"O segredo de meu sucesso é pagar como se fosse perdulário e comprar como se estivesse quebrado." (Henry Ford)

"A recompensa nos negócios vai para o homem que faz algo com uma idéia." (William Benton)

"Não é o empregador que paga os salários. Os empregadores só manipulam o dinheiro. É o freguês que paga os salários." (Henry Ford)

"Há uma regra para industriais que é: Fazer a mercadoria de melhor qualidade possível, no menor custo possível, pagando o mais alto salário possível." (Henry Ford)

"Um planejamento cuidadoso é capaz de vencer quase todas as dificuldades." (Amiano Marcelino)

"A única coisa do planejamento é que as coisas nunca ocorrem como foram planejadas." (Lúcio Costa)

"Planejar: preocupar-se por encontrar o melhor método para conseguir um resultado acidental." (Ambrose Bierce)

"Não se pode planejar o futuro pelo passado." (Edmund Burke)

"É importante ter metas, mas também é fundamental planejar cuidadosamente cada passo para atingi-las." (Bernardinho)

"A maioria das pessoas não planeja fracassar, fracassa por não planejar." (John L. Beckley)

"Amor em administração deve ser ficar pensando, traduzir e conseguir produzir algo útil desses sonhos malucos, obtendo resultados, mesmo diante de tantas e naturais imperfeições" (Sérgio Dal Sasso)

"Fácil é o planejamento de uma vida digna e feliz, se se tem fé." (Quintiliano)

"Mas, o planejamento só é ético quando visa um crescimento que possa se traduzir em melhor qualidade da vida coletiva, um cenário melhor para a vida de todos, e só é democrático quando procura incorporar todos os envolvidos no processo de planejar." (João Caramez)

"Antes de começar, é preciso um plano, e depois de planejar, é preciso execução imediata." (Sêneca)

"A melhor hora para planejar um livro é enquanto lava-se a louça." (Agatha Christie)

"Planejar é decidir de antemão qual é, e como será a sua vitória." (Rhandy di Stefano)

"Se você falha em planejar, está planejando falhar." (Lair Ribeiro)

"Na administração o amor de fato, quase nunca vem no ato, é sempre parte do aproveitamento do prato, que quando guardado, deve ser reinventado na espera de um fazer gostar para a surpresa de quem chegar no dia seguinte." (Sérgio Dal Sasso)