Saiba o que especialistas recomendam quando o clima pesa e metas, prazos e resultados assombram empresas e profissionais
São Paulo – Encarar a pressão no trabalho, que fica ainda mais latente nos últimos meses do ano, não é fácil. Metas, prazos apertadíssimos e cobrança por resultados costumam a assombrar empresas e profissionais, principalmente nesta época.
“No último quadrimestre, por conta das metas que precisam ser batidas e resultados entregues, o negócio começa a apertar”, diz Caio Infante, diretor de relacionamento e negócios da Felipelli.
Patrícia Zamberlan, sócia da Search, diz que, apesar de a pressão rolar durante todo o ano, há, realmente, uma pressa maior por parte das empresas em atingir os resultados agora. “Não é uma característica apenas deste período, mas do 2º semestre em diante a cobrança é maior”, diz.
Mesmo sendo uma realidade, é fato que nem todo profissional consegue lidar bem com a pressão. Na opinião de Patrícia, pessoas menos experientes estão mais propensas a “entrarem em parafuso” quando o ambiente de cobrança começa a pesar.
“Depende muito de cada profissional, mas pessoas mais experientes, que têm domínio da sua área de atuação, conseguem administrar melhor o tempo e se planejar melhor para suportar isso”, diz Patrícia.
De acordo com os especialistas, quem está se sentindo no olho do furacão pode adotar algumas estratégias para tentar lidar de uma forma mais saudável com a pressão.
Isso porque, sim, a cobrança continua, os prazos vão expirar e a tendência, infelizmente, é de mais pressão vindo por aí. Portanto, confira as dicas dos especialistas consultados por EXAME.com para se organizar e dar conta do recado :
1 Seja transparente
Ficar em silêncio não vai ajudar. O ideal é chamar o gestor da área para uma reunião e expor os motivos que o estão levando a se sentir sobrecarregado. No entanto, certifique-se de que, de fato, o que está sendo pedido está além da sua capacidade.
“Nessa época é melhor ser transparente e buscar ajuda. É melhor dizer ‘não sei fazer’ do que continuar nessa situação de pressão”, diz Infante.
Ajustar a metas com o gestor é algo que deve ser feito durante todo o ano, na opinião dos especialistas. É o que eles chamam de alinhamento. Manter conversas frequentes com o chefe ou com a equipe pode evitar que você ganhe muitos fios de cabelo branco nesta época do ano. “Seria importante para não deixar chegar nesse ponto, ir ajustando as metas pouco a pouco”, diz Infante.
Do ponto de vista do gestor, a transparência também é essencial. “É importante compartilhar a realidade com a equipe porque a cobrança vai recair sobre ele e consequentemente vai afetar toda a área”, diz Infante.
2 Defina prioridades e negocie prazos
Tudo é para ontem e tudo é prioridade. Só de pensar nisso o estômago embrulha. Afinal a pilha de papéis na mesa só aumenta e para dar conta de tudo seriam necessários super poderes.
É hora de negociar prazos. Aproveite a reunião de alinhamento com o gestor para definir o que é prioritário e quais prazos podem ser estendidos.
Patrícia lembra que esta é uma atitude bem rara, principalmente no que diz respeito aos profissionais mais jovens, menos experientes. “É comum as pessoas simplesmente irem aceitando todos os prazos impostos sem negociar e assim vão se sobrecarregando”, diz.
3 Faça um cronograma
Com metas e prazos definidos, monte um cronograma. Para conseguir gerenciar uma avalanche de informações, cumprir prazos e bater metas, a regra de ouro é a organização. “Com planejamento a pessoa consegue se tornar mais produtiva e atingir as metas”, diz Patrícia.
4 Converse com os outros
Saber as estratégias de outras pessoas para lidar com a pressão pode ser útil, dizem os especialistas. “Buscar uma referência externa é importante. Tente perguntar como ela fazia quando se via em uma situação semelhante”, diz Infante.
Patrícia concorda. “Conversar com pessoas mais experientes pode ajudar principalmente quem é mais jovem”, diz a sócia da Search.
5 Desligue-se quando puder
Encaixe momentos prazerosos na sua rotina e não pense em trabalho enquanto isso. “Saber desligar, aproveitar o tempo em que está com a família e os amigos ajuda a manter o equilíbrio”, diz Infante.
“Buscar atividades interessantes fora do trabalho ajuda a extravasar o estresse”, lembra Patrícia. Esporte, estudo, atividade artística: vale qualquer atividade, desde que você se divirta.
Link Original:
http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/5-atitudes-para-aguentar-a-pressao-no-trabalho?page=3
Blog dedicado a meus alunos, contendo histórias interessantes de administração de empresas.
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
Eles precisam ouvir isso de você!
O que um gestor deve dizer rotineiramente, para sua equipe é o tema deste artigo exclusivo de Carlos Eduardo Dalto
Em muitos de meus seminários e treinamentos voltados a líderes, deparo-me com situações extremamente curiosas, para não dizer trágicas, nas quais gestores insistem em fazer malabarismos corporativos dos mais complexos no trato das relações com suas equipes. Desenvolvem processos elaborados e confusos e se esquecem de um velho e bom princípio: não tente o secundário quando o principal ainda não foi realizado!
Digo isso porque nessa busca desenfreada de mostrar resultados, que caracteriza o atual contexto corporativo, os líderes abraçam o primeiro modismo que aparece, repleto de adereços e vieses, e saem aplicando a “novidade” no desespero de mostrar resultados imediatos. Com isso, colocam as pessoas de cabeça para baixo – literalmente.
Vou ilustrar com uma situação típica, presenciada por quem se dedica a treinar executivos. Dia desses, gestor experiente de uma grande indústria, com funcionários ultrapassando a casa dos milhares, disse-me o seguinte: nossa universidade corporativa treina os supervisores da empresa há 7 anos em temas comportamentais; temos um sistema de planejamento de atividades com descrição detalhada do que eles precisam fazer; definimos metas individuais e, ainda assim, vejo erros grotescos, informações trocadas e, não raro, comentários de que acreditavam ser isso o que eu queria.
Reforço: “não tente o secundário quando o principal ainda não foi realizado”! De pouco adianta implementar modernas ferramentas para gerir pessoas se o acompanhamento diário é insatisfatório. A presença e o envolvimento do gestor no dia a dia é peça fundamental para promover o aprendizado efetivo de uma equipe.
Eis algumas atitudes simples, mas extremamente importantes, que podem ajudá-lo a obter um retorno satisfatório de seus funcionários:
1. De pouco adianta definir metas, objetivos e querer resultados, se as atribuições não estão claras para quem vai executá-las. O simples “Eu preciso disto, até tal data e desta forma” é comportamento fundamental na forma de delegar, caso queira uma entrega de alto nível.
2. Faça com que cada um entenda como seus esforços contribuem com a empresa. É uma estratégia valiosa para provocar engajamento. Muito mais do que executar, as pessoas precisam se sentir parte integrante do processo e, realmente, perceber como seu trabalho contribui para o todo.
3. Nesse sentido, não presuma que os membros de sua equipe têm consciência de que executaram bem determinada tarefa. Eles precisam ouvir de você que a tarefa foi bem executada!
4. Da mesma forma, comunique a seus funcionários comportamentos indesejados ou quando não cumprirem suas tarefas. Deixe bem claro o que você e a empresa esperam deles e quais atitudes são desejadas.
Esses são quatro exemplos de atitudes gerenciais simples e práticas, que devem fazer parte do repertório diário de um gestor e que provocam grandes resultados.
Eles precisam ouvir isso de você!
Digo isso porque nessa busca desenfreada de mostrar resultados, que caracteriza o atual contexto corporativo, os líderes abraçam o primeiro modismo que aparece, repleto de adereços e vieses, e saem aplicando a “novidade” no desespero de mostrar resultados imediatos. Com isso, colocam as pessoas de cabeça para baixo – literalmente.
Vou ilustrar com uma situação típica, presenciada por quem se dedica a treinar executivos. Dia desses, gestor experiente de uma grande indústria, com funcionários ultrapassando a casa dos milhares, disse-me o seguinte: nossa universidade corporativa treina os supervisores da empresa há 7 anos em temas comportamentais; temos um sistema de planejamento de atividades com descrição detalhada do que eles precisam fazer; definimos metas individuais e, ainda assim, vejo erros grotescos, informações trocadas e, não raro, comentários de que acreditavam ser isso o que eu queria.
Reforço: “não tente o secundário quando o principal ainda não foi realizado”! De pouco adianta implementar modernas ferramentas para gerir pessoas se o acompanhamento diário é insatisfatório. A presença e o envolvimento do gestor no dia a dia é peça fundamental para promover o aprendizado efetivo de uma equipe.
Eis algumas atitudes simples, mas extremamente importantes, que podem ajudá-lo a obter um retorno satisfatório de seus funcionários:
1. De pouco adianta definir metas, objetivos e querer resultados, se as atribuições não estão claras para quem vai executá-las. O simples “Eu preciso disto, até tal data e desta forma” é comportamento fundamental na forma de delegar, caso queira uma entrega de alto nível.
2. Faça com que cada um entenda como seus esforços contribuem com a empresa. É uma estratégia valiosa para provocar engajamento. Muito mais do que executar, as pessoas precisam se sentir parte integrante do processo e, realmente, perceber como seu trabalho contribui para o todo.
3. Nesse sentido, não presuma que os membros de sua equipe têm consciência de que executaram bem determinada tarefa. Eles precisam ouvir de você que a tarefa foi bem executada!
4. Da mesma forma, comunique a seus funcionários comportamentos indesejados ou quando não cumprirem suas tarefas. Deixe bem claro o que você e a empresa esperam deles e quais atitudes são desejadas.
Esses são quatro exemplos de atitudes gerenciais simples e práticas, que devem fazer parte do repertório diário de um gestor e que provocam grandes resultados.
Eles precisam ouvir isso de você!
terça-feira, 14 de agosto de 2012
10 Dicas para Sair do Vermelho
1) Jamais use o cheque especial ou o pagamento parcial do cartão de crédito. Peça empréstimos no banco, que saem mais baratos;
2) Passe a controlar os saldos de seu cartão de crédito com mais frequência, pelo menos a cada 10 dias, para que deixe de gastar além do esperado;
3) Tenha uma idéia do tamanho de seu problema: a primeira coisa a fazer é anotar TODOS os gastos do mês, inclusive os gastos pequenos, para descobrir de onde cortar;
4) Elabore um plano radical de enxugamento de gastos na maior intensidade possível, para que a dívida seja amortizada de uma vez. Não adianta ir pagando aos pouquinhos, pois os juros voltam a aumentar rapidamente a conta que você já pagou;
5) Quanto mais intenso for o corte de gastos e menor o tempo necessário para isso, menores serão os desgastes no relacionamento familiar;
6) Acabe de vez com a tentação das compras a prazo;
7) Use todos os tipos de poupança que você tem. Não adianta estar com investimentos e perder mais com os juros da dívida. O mesmo vale para bens como terrenos e imóveis à espera de valorização;
8) Fuja de atividades de lazer que custam. Aprenda a valorizar as coisas preciosas da vida que não custam nada, como um passeio ao ar livre ou uma reunião com amigos ou com a família;
9) Enquanto não conseguir quitar toda a dívida, substitua-a por outras mais baratas, como antecipação de restituição de Imposto de Renda ou venda do automóvel e compra de outro parcelado. Use todo o dinheiro da venda para reduzir a dívida.
10) Divida seu plano de ajuste com a família. É importante que todos estejam engajados, para que haja maior co-motivação.
Fonte: http://www.maisdinheiro.com.br/dicas/sair-do-vermelho
domingo, 12 de agosto de 2012
As empresas que você pode começar ou trabalhar em casa
Quando se trata de vender produtos e serviços, o melhor
negócio em casa é aquele que se adapta aos seus interesses e habilidades.
Negócios em casa estão provando
ser uma ótima solução para muitas mulheres hoje em dia. Podem ser uma boa opção
de suplemento a renda da família ou mesmo uma alternativa de trabalho em tempo
integral.
Se você optar por uma empresa de serviços,
você pode executar o serviço em casa (cuidados de processamento de texto, aulas
particulares, contabilidade, ou criança) ou em outro local (design de
interiores, organização de casa ou consultaria).
Dicas do que fazer
Serviços de Computadores
Se você
é tecnicamente competente, uma empresa de informática pode ser bom para você. Os programadores, engenheiros de
sistemas, especialistas em rede, reparação e especialistas de atualização, e
web designers estão sempre em demanda. Você
pode se tornar uma empresa subcontratada para empresas menores e trabalhar como
consultor para eles. Se você
oferecer suporte de software ou o design do site, o salário por hora para esses
serviços está entre os melhores em freelance.
Assistentes
Virtuais
Assistentes virtuais executam uma variedade de funções, que vão desde atender telefones a responder dúvidas de site. Alguns leem e respondem e-mails, fazem traduções e escrevem artigos. Nos EUA esse filão já movimenta uma indústria de 130 bilião dólares anualmente.
Consultoria
de Marketing Virtual
Se seus
amigos estão sempre pedindo ajuda para divulgar sua empresa, você pode
trabalhar na rua para eles ou em casa por R$ 20 a hora, ou você pode vender
seus próprios serviços por várias vezes esse montante. Você vai precisar de software e um
computador dedicado ao negócio e as redes sociais. Caso não tenha clientes, olhe para as
pequenas empresas que estão apenas começando, eles são mais propensas a
precisar de ajuda imediata.
Consultoria
- Coaching
Prestação
de serviços de consultoria ou coaching é algo que muitas mulheres podem
fazer.Você começa com sua própria experiência e conhecimento do setor
especializado e vendê-lo para pessoas que precisam dele. Maria Rita era um analista de
alimentos e bebidas em BH, quando ela decidiu se tornar um consultora nutricional . Ricardo
Aguiar fez o mesmo, deixando-a vida corporativa para se tornar um consultor de negócios para pequenas
empresas. Existem consultores em
todos os campos que você pode imaginar - de consultores amorosos, a casamentos
e festas infantis.
Produtos rentáveis
Se você quiser vender mercadorias como o seu negócio, você terá que decidir se deve criá-los (artesanato, produtos de panificação) ou comprá-los de outras e revendê-los (em lugares como o Mercado Livre.
Revenda
on-line
Você
pode vender ou revender produtos através de um mercado online. Você pode vender bens usados, comprar no
atacado e vender no varejo. Lucia,
enfermeira, foi revendedora por cerca de dois anos. "Eu comecei quando eu tentava revender
brinquedos usados dos meus filhos ", agora ela se prepara para mudar para
seu próprio negócio. Agora eu vou
comprar artigos de jardim no atacado e vender no varejo.
Artesanato
Em setembro de 2008, quando o mercado acionário caiu e as previsões para a maioria das pessoas parecia muito sombrio, o Mercado Livre registrou um aumento de 5 por cento sobre as vendas em agosto. Na verdade, apenas no mês passado, mais de 500.000 artigos vendidos nesse site. As possibilidades são infinitas - você pode transformar sua paixão em lucro, se você estiver interessado em qualquer um destes projetos: arte em vidro, cestaria, fazer velas, cerâmica, crochê, ponto cruz, tomada de boneca, bordados, fibra , florais, cestas, jóias, tricô, couro, mosaicos, bordado, pintura, artesanato de papel, fotografia ou cerâmica.
Agricultura
personalizada
Tente se especializar em nichos de mercado ignorados pelos grandes agricultores e pecuaristas, como cogumelos, frutas exóticas, legumes cultivados organicamente ou plantas incomuns ou flores. Se você assar itens especiais, você pode vender localmente a particulares, restaurantes, empresas ou mercados de agricultores.
ENFIM..
A melhor ideia de negócio em
casa é única e que se adaptam às suas paixões, interesses, capacidades e
necessidades.
Nunca faça o que não goste,
pois o risco de não dar certo aumenta muito.
Professor Luciano Morato em 12/08/2012- email: moratol@bol.com.br
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
5 dicas para trabalhar e estudar sem enlouquecer
O gestor de tempo Fernando Serra ensina como conciliar trabalho e estudo sem ficar de cabelo branco
São Paulo - Trabalhar durante o dia inteiro e estudar à noite não é tarefa das mais fáceis. No entanto é uma realidade para muita gente. Mas é possível ter sucesso na carreira profissional e garantir um diploma de graduação, pós ou MBA sem ganhar muitos fios de cabelo branco? O gestor de tempo Fernando Serra dá 5 dicas que ajudam a conciliar todas as obrigações sem enlouquecer:
1 Estabeleça prioridades
Uma possibilidade é frequentar aulas apenas três vezes na semana. Assim, sobra mais tempo para se dedicar às obrigações do trabalho. Tarefas acadêmicas também podem ser cumpridas com mais tranquilidade, durante as noites livres.
Se a prioridade é conquistar o diploma, a solução é escolher partir para um emprego mais flexível. "É importante poder sair do trabalho no horário certo, para não se atrasar para as aulas", diz Serra. Jornadas de 12 horas diárias, portanto, estão fora de cogitação.
2 Crie uma rotina
Com isso, tenha hora certa para dormir e para comer. Cancele compromissos que não sejam urgentes. Por exemplo, sair com os amigos na quarta-feira à noite pode prejudicar o rendimento da quinta e até da sexta-feira.
3 Otimize o tempo livre
Estudar aos fins de semana também é uma das primeiras medidas para quem se vê neste tipo de situação. "É preciso entender que se a pessoa trabalha é porque precisa e se estuda é porque isso vai fazê-la progredir no futuro", diz Serra.
Com este pensamento fica mais fácil eliminar distrações como telefonemas para os amigos todas as noites ou assistir televisão por longas horas. O foco deve ser nos ganhos futuros.
Celulares, smartphones, tablets e notebooks são aliados importantes. "Gravar aulas com o celular pode ser útil", diz Serra. Dessa forma, você pode revisar o conteúdo das aulas enquanto percorre as distâncias entre sua casa, o trabalho e a faculdade. "As ferramentas tecnológicas podem contribuir com o desempenho", diz Fernando Serra. Faça uso delas.
Ter um networking acadêmico ajuda. Grupos de estudos podem estimular o seu desempenho, na opinião do gestor de tempo. Se precisar faltar a uma aula porque precisou trabalhar até mais tarde, poderá pedir o conteúdo a um colega do grupo. "Um ajuda o outro nos momentos de sufoco", diz Serra. Por isso, desde o início, procure se aproximar de pessoas que tenham as mesmas afinidades.
"Não existe mágica", diz Serra. Para conseguir dar conta do recado é preciso sacrificar alguns aspectos da vida pessoal. Os horários de lazer devem ser reduzidos.
Com este pensamento fica mais fácil eliminar distrações como telefonemas para os amigos todas as noites ou assistir televisão por longas horas. O foco deve ser nos ganhos futuros.
4 Use a tecnologia a seu favor
5 Crie grupos de estudos
Como enriquecer e permanecer rico
Ganhos com salário não chegam a 10% entre as fontes de renda que compõe o rendimento dos endinheirados
Trabalhar duro, economizar e guardar dinheiro embaixo do colchão. A receita idealizada para o enriquecimento pode até ter funcionado em tempos mais remotos ou para personagens fictícios, como o Tio Patinhas. Mas fato é que não é o seu salário - nem sua "pão-durice" - que deixam você mais rico. Ou pelo menos não só ou não principalmente.
O relatório de estatísticas mais atualizadas das declarações de imposto de renda dos 400 indivíduos mais ricos dos EUA, divulgado recentemente pela Receita Federal Americana, mostra que os ganhos de capital - a valorização de seus ativos - são a principal fonte de riqueza dos homens e mulheres endinheirados. E que a renda salarial propriamente dita não chega nem a 10% de seus rendimentos. As proporções eram mais ou menos assim em 2009, data da última atualização:
Salários: 8,6%
Juros: 6,6%
Dividendos: 13%
Sociedades e corporações: 19,9%
Ganhos de capital: 45,8%
Tudo bem que essas 400 pessoas tiveram um ganho médio de 202,4 milhões de dólares naquele ano, o que está bem distante da realidade da maioria das pessoas. Mas é possível tirar algumas lições deste mapa. Ter "algo a mais" é fundamental para de fato multiplicar o patrimônio. Veja algumas lições:
Tenha estoque de capital
A primeira coisa que se pode imaginar a partir dos números divulgados pela Receita americana é que os endinheirados têm uma boa parcela do seu patrimônio investida em atividades produtivas ou ativos financeiros que geram renda. Mas para chegar a esse ponto é preciso gastar bem menos do que você ganha e ter um belo estoque de capital.
Pode ser que hoje o seu orçamento seja totalmente consumido em despesas, mas é fundamental fazer um esforço consciente para que haja uma sobra. "A primeira coisa é a crença: o pobre está sempre pensando que a riqueza um dia virá; quem ficou rico acredita que riqueza se constrói", diz o consultor financeiro Mauro Calil.
O mais indicado não é poupar o que sobra no fim do mês, mas sim fazer com que o dinheiro da poupança seja o primeiro a sair dos seus rendimentos todo mês. "Depois de fazer sua planilha de gastos para controlar para onde o dinheiro vai e o que pode ser cortado, é preciso começar a poupar como se estivesse pagando prestações. O dinheiro deve ser o primeiro a sair da conta, que sejam 100 reais", diz Bolívar Godinho, professor do laboratório de finanças da Fundação Instituto de Administração (FIA).
A dica dele é a seguinte: "Você começa poupando 1% da renda no primeiro mês, 2% no segundo mês, e assim por diante, até chegar a 10% no décimo mês. É um bom percentual para começar", orienta Mauro Calil. Essa é uma orientação para quem ainda tem uma renda baixa em comparação ao custo de vida, mas espera aumentar os ganhos com o passar dos anos.
Trabalhar é preciso
À exceção daqueles que herdam uma verdadeira fortuna, quem construiu a riqueza do zero ou de um ponto de partida mais modesto trabalhou sim, e muito, para chegar aonde chegou. Claro que aí também entram questões como o nível educacional, a criatividade para ter ideias com potencial de sucesso, a habilidade para farejar bons negócios e, por que não, uma boa dose de sorte. "Em geral, o milionário vai ficando milionário. Ele não para de trabalhar para curtir a vida", observa Mauro Calil.
O seu salário é o seu instrumento no processo de enriquecimento. Pode ser que, no caso dos milionários, o salário corresponda a uma parte muito modesta da renda; mas para chegar ao nível de ter uma carteira de investimentos de tanta qualidade que a maior parte da renda venha dela, é do salário que você precisa partir. "A pessoa que tem mais chance de ficar milionária é a assalariada, porque ela tem uma receita recorrente, o que facilita o planejamento financeiro", lembra o consultor.
Seja empreendedor
Quase 20% da renda dos milionários americanos vêm de seus negócios e participações em sociedades. Ter uma grande ideia de negócio e fazê-lo ser bem sucedido sem dúvida é uma maneira de ter lucros expressivos em um tempo muitas vezes mais curto do que aquele despendido para multiplicar o patrimônio apenas com aplicações financeiras. Mas isso não significa que, para enriquecer, seja preciso necessariamente abrir o próprio negócio.
Aumentar a renda por meio da ampliação de suas atividades também ajuda a aumentar a folga no orçamento e, consequentemente, a quantia investida em aplicações financeiras geradoras de mais renda. Por mais que seu padrão de consumo também cresça quando a sua renda aumenta, ele não precisa crescer à mesma proporção. Quem ganha mais também pode poupar mais.
Mantenha o padrão de consumo
Seguindo a lógica da formação de um estoque gerador de renda, mantenha o seu padrão de consumo sempre um ou dois degraus abaixo da sua renda. Isso não quer dizer que você não pode comprar um carro importado ou que deva viver a pão e água. Quer dizer apenas que, para ter um carro importado, o custo desse bem tem que encaixar no seu orçamento de maneira tal que ainda sobre um bom tanto para continuar investindo no que gera renda.
Mesmo que tem uma alta renda não deve consumir de maneira estúpida. Quem enriquece muitas vezes se esquece de que qualquer compra - da mais cara à mais barata - deve apresentar boa relação custo-benefício e ser um gerador de felicidade duradoura para o consumidor.
Diversifique os investimentos
Ao conseguir gerar um estoque de riqueza, o poupador está pronto para investir. O primeiro passo é sair da caderneta de poupança - mais indicada para objetivos de curto prazo, até um ano, por exemplo - e buscar investimentos mais sofisticados, que possam simplesmente gerar renda ou, em casos de prazo mais longo, também se valorizar.
"A máxima que vale é a da relação risco-retorno. Quando você se depara com um negócio de retorno extraordinário, o risco também será extraordinário. Muitas vezes é difícil enxergá-lo ou mensurá-lo, mas não quer dizer que ele não exista", diz Samy Dana, professor da FGV-SP. Mas se tem uma lição que se pode aprender com os ricos na hora de investir é que, além de buscar bons negócios, é preciso diversificar quando o seu estoque de riqueza permitir, justamente para reduzir os riscos e evitar ficar pobre da noite para o dia.
"Quem tem dinheiro e sabe mantê-lo investe algo como 10% de sua renda em uma empresa, de modo que se o negócio der errado, a pessoa perdeu apenas 10% do salário. Se der certo, a pessoa dobra sua renda daqui a três, quatro ou cinco anos", observa o consultor Mauro Calil, lembrando que dá para fazer uma analogia com o investimento em ações, por exemplo.
O relatório de estatísticas mais atualizadas das declarações de imposto de renda dos 400 indivíduos mais ricos dos EUA, divulgado recentemente pela Receita Federal Americana, mostra que os ganhos de capital - a valorização de seus ativos - são a principal fonte de riqueza dos homens e mulheres endinheirados. E que a renda salarial propriamente dita não chega nem a 10% de seus rendimentos. As proporções eram mais ou menos assim em 2009, data da última atualização:
Salários: 8,6%
Juros: 6,6%
Dividendos: 13%
Sociedades e corporações: 19,9%
Ganhos de capital: 45,8%
Tudo bem que essas 400 pessoas tiveram um ganho médio de 202,4 milhões de dólares naquele ano, o que está bem distante da realidade da maioria das pessoas. Mas é possível tirar algumas lições deste mapa. Ter "algo a mais" é fundamental para de fato multiplicar o patrimônio. Veja algumas lições:
Tenha estoque de capital
A primeira coisa que se pode imaginar a partir dos números divulgados pela Receita americana é que os endinheirados têm uma boa parcela do seu patrimônio investida em atividades produtivas ou ativos financeiros que geram renda. Mas para chegar a esse ponto é preciso gastar bem menos do que você ganha e ter um belo estoque de capital.
Pode ser que hoje o seu orçamento seja totalmente consumido em despesas, mas é fundamental fazer um esforço consciente para que haja uma sobra. "A primeira coisa é a crença: o pobre está sempre pensando que a riqueza um dia virá; quem ficou rico acredita que riqueza se constrói", diz o consultor financeiro Mauro Calil.
O mais indicado não é poupar o que sobra no fim do mês, mas sim fazer com que o dinheiro da poupança seja o primeiro a sair dos seus rendimentos todo mês. "Depois de fazer sua planilha de gastos para controlar para onde o dinheiro vai e o que pode ser cortado, é preciso começar a poupar como se estivesse pagando prestações. O dinheiro deve ser o primeiro a sair da conta, que sejam 100 reais", diz Bolívar Godinho, professor do laboratório de finanças da Fundação Instituto de Administração (FIA).
A dica dele é a seguinte: "Você começa poupando 1% da renda no primeiro mês, 2% no segundo mês, e assim por diante, até chegar a 10% no décimo mês. É um bom percentual para começar", orienta Mauro Calil. Essa é uma orientação para quem ainda tem uma renda baixa em comparação ao custo de vida, mas espera aumentar os ganhos com o passar dos anos.
Trabalhar é preciso
À exceção daqueles que herdam uma verdadeira fortuna, quem construiu a riqueza do zero ou de um ponto de partida mais modesto trabalhou sim, e muito, para chegar aonde chegou. Claro que aí também entram questões como o nível educacional, a criatividade para ter ideias com potencial de sucesso, a habilidade para farejar bons negócios e, por que não, uma boa dose de sorte. "Em geral, o milionário vai ficando milionário. Ele não para de trabalhar para curtir a vida", observa Mauro Calil.
O seu salário é o seu instrumento no processo de enriquecimento. Pode ser que, no caso dos milionários, o salário corresponda a uma parte muito modesta da renda; mas para chegar ao nível de ter uma carteira de investimentos de tanta qualidade que a maior parte da renda venha dela, é do salário que você precisa partir. "A pessoa que tem mais chance de ficar milionária é a assalariada, porque ela tem uma receita recorrente, o que facilita o planejamento financeiro", lembra o consultor.
Seja empreendedor
Quase 20% da renda dos milionários americanos vêm de seus negócios e participações em sociedades. Ter uma grande ideia de negócio e fazê-lo ser bem sucedido sem dúvida é uma maneira de ter lucros expressivos em um tempo muitas vezes mais curto do que aquele despendido para multiplicar o patrimônio apenas com aplicações financeiras. Mas isso não significa que, para enriquecer, seja preciso necessariamente abrir o próprio negócio.
Aumentar a renda por meio da ampliação de suas atividades também ajuda a aumentar a folga no orçamento e, consequentemente, a quantia investida em aplicações financeiras geradoras de mais renda. Por mais que seu padrão de consumo também cresça quando a sua renda aumenta, ele não precisa crescer à mesma proporção. Quem ganha mais também pode poupar mais.
Mantenha o padrão de consumo
Seguindo a lógica da formação de um estoque gerador de renda, mantenha o seu padrão de consumo sempre um ou dois degraus abaixo da sua renda. Isso não quer dizer que você não pode comprar um carro importado ou que deva viver a pão e água. Quer dizer apenas que, para ter um carro importado, o custo desse bem tem que encaixar no seu orçamento de maneira tal que ainda sobre um bom tanto para continuar investindo no que gera renda.
Mesmo que tem uma alta renda não deve consumir de maneira estúpida. Quem enriquece muitas vezes se esquece de que qualquer compra - da mais cara à mais barata - deve apresentar boa relação custo-benefício e ser um gerador de felicidade duradoura para o consumidor.
Diversifique os investimentos
Ao conseguir gerar um estoque de riqueza, o poupador está pronto para investir. O primeiro passo é sair da caderneta de poupança - mais indicada para objetivos de curto prazo, até um ano, por exemplo - e buscar investimentos mais sofisticados, que possam simplesmente gerar renda ou, em casos de prazo mais longo, também se valorizar.
"A máxima que vale é a da relação risco-retorno. Quando você se depara com um negócio de retorno extraordinário, o risco também será extraordinário. Muitas vezes é difícil enxergá-lo ou mensurá-lo, mas não quer dizer que ele não exista", diz Samy Dana, professor da FGV-SP. Mas se tem uma lição que se pode aprender com os ricos na hora de investir é que, além de buscar bons negócios, é preciso diversificar quando o seu estoque de riqueza permitir, justamente para reduzir os riscos e evitar ficar pobre da noite para o dia.
"Quem tem dinheiro e sabe mantê-lo investe algo como 10% de sua renda em uma empresa, de modo que se o negócio der errado, a pessoa perdeu apenas 10% do salário. Se der certo, a pessoa dobra sua renda daqui a três, quatro ou cinco anos", observa o consultor Mauro Calil, lembrando que dá para fazer uma analogia com o investimento em ações, por exemplo.
Currículo perfeito, segundo cientistas
Experimentos de Stanford e Harvard mostram que potencial conta mais do que conquistas no currículo
A dica de ouro para quem está elaborando um currículo é clara: apresente todos os dados possíveis que comprovem que você é o candidato ideal para o cargo. Em outras palavras, foque em seus resultados passados e encante o recrutador. Mas experimentos recentes de uma equipe de pesquisadores das Universidades de Stanford e Harvard apontam que potencial, na hora de ser considerado um bom profissional, conta mais no currículo do que os resultados que você já alcançou na sua carreira.
“Sob algumas condições, os participantes do estudo foram mais propensos a contratar pessoas que mostravam ter mais potencial do que aquelas que já tinham um bom histórico profissional. E até eram mais propensos a pagar mais para eles”, diz um trecho do artigo publicado no site da Universidade de Stanford.
Para chegar a essa conclusão, o grupo conduziu oito experimentos. Em um deles, pediu para os participantes avaliarem dois candidatos hipotéticos para um cargo de alta gerência. Um deles teve um bom desempenho em um teste de potencial de liderança, mas um resultado menos impressionante em um teste de avaliação de conquistas passadas. Enquanto o outro mostrou um bom histórico de conquistas em cargos de liderança, mas um resultado mediano no teste de potencial.
De acordo com os pesquisadores, os participantes ficaram mais empolgados em contratar aquele que demonstrou ter mais potencial para liderança do que aquele que já tinha apresentado resultados nesta área. A razão para isso, dizem os especialistas, pode estar ligada ao fato de que, diante da incerteza, as pessoas tendem a pensar mais.
Com isso, saíram na frente aqueles que mostravam qualidades suficientes para servir de alicerce para o potencial observado. Em outros termos, sem evidências de que o potencial irá se confirmar no futuro, de nada vale um currículo que foque no potencial. Especialista explica como fazer isso na próxima página.
Agora, como provar que você tem potencial para se sair bem no cargo no seu currículo? “De fato, o currículo não é uma carta de intenções, mas sim o histórico dos seus feitos passados. Não tem como fazer um currículo projetando o que ele pode fazer”, afirma Rafael Souto, CEO da Produtive.
Confira as dicas do especialista:
Mais do que números
Focar nos resultados alcançados é essencial. Mas, infelizmente, resultados geralmente são apenas números. “Poucos currículos explicam bem como atingiram esta conquista”, diz Souto.
A dica a seguinte: descreva o que você conquistou, mas principalmente como você fez isso. “Isso aproxima você mais da capacidade possível da posição”, explica. O especialista dá um exemplo: “Elevei em 30% o volume de vendas por meio da mudança dos canais comerciais”.
Adeus a “broadcast letter”
Enviar um e-mail com a frase “Segue meu currículo” é a pior aposta de carreira que você pode fazer. Em vez disso aposte em um modelo (bem escrito) de cover letter. “Este texto de comunicação deve estar mais ligado ao futuro do que ao passado. Faça uma sinopse do que você pode fazer”, diz o CEO da Produtive. Mas atenção: escreva um texto de, no máximo, 10 linhas.
Formação acadêmica conta (muitos) pontos
O seu histórico educacional conta muito neste aspecto também. Cursar programas em universidades de ponta - principalmente em áreas correlatas ao cargo em questão – também podem testemunhar positivamente sobre seu potencial profissional.
“Sob algumas condições, os participantes do estudo foram mais propensos a contratar pessoas que mostravam ter mais potencial do que aquelas que já tinham um bom histórico profissional. E até eram mais propensos a pagar mais para eles”, diz um trecho do artigo publicado no site da Universidade de Stanford.
Para chegar a essa conclusão, o grupo conduziu oito experimentos. Em um deles, pediu para os participantes avaliarem dois candidatos hipotéticos para um cargo de alta gerência. Um deles teve um bom desempenho em um teste de potencial de liderança, mas um resultado menos impressionante em um teste de avaliação de conquistas passadas. Enquanto o outro mostrou um bom histórico de conquistas em cargos de liderança, mas um resultado mediano no teste de potencial.
De acordo com os pesquisadores, os participantes ficaram mais empolgados em contratar aquele que demonstrou ter mais potencial para liderança do que aquele que já tinha apresentado resultados nesta área. A razão para isso, dizem os especialistas, pode estar ligada ao fato de que, diante da incerteza, as pessoas tendem a pensar mais.
Com isso, saíram na frente aqueles que mostravam qualidades suficientes para servir de alicerce para o potencial observado. Em outros termos, sem evidências de que o potencial irá se confirmar no futuro, de nada vale um currículo que foque no potencial. Especialista explica como fazer isso na próxima página.
Agora, como provar que você tem potencial para se sair bem no cargo no seu currículo? “De fato, o currículo não é uma carta de intenções, mas sim o histórico dos seus feitos passados. Não tem como fazer um currículo projetando o que ele pode fazer”, afirma Rafael Souto, CEO da Produtive.
Confira as dicas do especialista:
Mais do que números
Focar nos resultados alcançados é essencial. Mas, infelizmente, resultados geralmente são apenas números. “Poucos currículos explicam bem como atingiram esta conquista”, diz Souto.
A dica a seguinte: descreva o que você conquistou, mas principalmente como você fez isso. “Isso aproxima você mais da capacidade possível da posição”, explica. O especialista dá um exemplo: “Elevei em 30% o volume de vendas por meio da mudança dos canais comerciais”.
Adeus a “broadcast letter”
Enviar um e-mail com a frase “Segue meu currículo” é a pior aposta de carreira que você pode fazer. Em vez disso aposte em um modelo (bem escrito) de cover letter. “Este texto de comunicação deve estar mais ligado ao futuro do que ao passado. Faça uma sinopse do que você pode fazer”, diz o CEO da Produtive. Mas atenção: escreva um texto de, no máximo, 10 linhas.
Formação acadêmica conta (muitos) pontos
O seu histórico educacional conta muito neste aspecto também. Cursar programas em universidades de ponta - principalmente em áreas correlatas ao cargo em questão – também podem testemunhar positivamente sobre seu potencial profissional.
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